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VÍDEO: imagens mostram suspeito de matar mulher trans que se negou a dividir lanche, no DF

Por P.A 24H em 11/12/2020 às 15:26:09
Juliana da Cruz Costa, de 32 anos, foi atacada com golpe de faca no peito. Imagens mostram suspeito de matar mulher trans no Sudoeste, no DF

Imagens de câmeras de segurança mostram o homem suspeito de matar uma mulher transexual, após ela se recusar ar dividir um lanche com ele, no Distrito Federal. O crime foi na região do Sudoeste e, de acordo com a Polícia Civil, vítima e autor são sem-teto.

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Juliana da Cruz Costa, de 32 anos, estava em um estacionamento, quando foi abordada pelo suspeito. Ela foi assassinada com um golpe de faca no peito. A câmera de um dos prédios registou imagens do homem, antes do assassinato (veja vídeo acima).

Na gravação, o suspeito – que ainda não foi identificado – aparece passando em frente a uma loja. Ele usava boné, uma bermuda escura e uma camisa marrom.

Antes do crime, câmera registrou suspeito do homicídio de uma mulher trans no DF

Reprodução

Ao G1, o delegado Douglas Fernandes, responsável pela investigação, disse que as imagens foram divulgadas para ajudar a polícia encontrar o homem. Segundo Fernandes, Juliana trabalhava em estacionamentos do Sudoeste, vigiando carros.

"A vítima estava com o companheiro. Eles faziam esse trabalho em troca de comida", disse o delegado.

O crime

Juliana da Cruz Costa, de 32 anos, morreu a ser esfaqueada no peito, no DF

TV Globo/Reprodução

Segundo o delegado Douglas Fernandes, o suspeito chegou no local e se identificou como "Jubileu". Em seguida, ele discutiu com o companheiro da vítima, após Juliana se negar a dividir a refeição.

"Com a negativa, o suspeito ficou com raiva e fingiu deixar o local. Ele retornou e surpreendeu a vítima com uma facada no peito", disse o delegado.

Conforme a polícia, depois de atingir Juliana, o suspeito correu. "O companheiro da vítima tentou ir atrás dele, mas foi ameaçado e desistiu", explicou.

De acordo com o delegado, o caso foi registrado na 3ª Delegacia de Polícia, no Cruzeiro, como homicídio. Douglas Fernandes disse que equipes das polícias Civil e Militar tentaram localizar o suspeito, porém, não tiveram sucesso até a publicação desta reportagem.

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Os policiais interrogaram testemunhas, como o companheiro de Juliana. Aos investigadores, ele contou que o suspeito estava de máscara, era negro e tinha cerca de 1,8 metro.

Moradores da região lamentaram a morte de Juliana. "Ela estava sempre sorridente e com alto astral", disse uma pessoa que conhecia a vítima.

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Fonte: G1

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